Crédito caro, parcelas altas e investimentos travados. Esse continua sendo o cenário da economia brasileira depois que o Copom decidiu manter a Selic em 15% ao ano. A medida não agradou parte do setor produtivo, e a esperança de queda nos juros ficou mesmo para a próxima reunião, em março.
Reportagem de Francisco Coelho e Ersomar Ribeiro




