Em Minas Gerais, o fim de semana foi marcado pelo ‘Jubileu do Vinho’ da Diocese de Patos de Minas. Emerson Tersigni e Ederaldo Paulini acompanharam o encerramento das festividades desta Igreja Particular.
1º de novembro de 2025, dia histórico para a Igreja particular de Patos de Minas. Ocasião para celebrar o vinho novo em odres novos para a evangelização. “Pensa quantas missas celebradas nesses 70 anos, quantas confissões atendidas, quantos sacramentos, enfim, realizados, tanta graça de Deus derramada sobre a diocese de Patos de Minas nesses 70 anos”, refletiu da Paróquia Santa Terezinha, de Patrocínio(MG), padre Marcelo Marins.
No dia a dia, Vislene é catequista. No Jubileu, auxilia na organização. Seja qual for a atribuição, o amor pela diocese permanece, ou melhor, aumenta. “Eu acompanho a diocese desde pequenininha, então há muitos anos trabalho na catequese, há muitos anos venho ajudando na igreja. Então é uma coisa assim muito importante pra gente. Estar aqui e ver acontecer esses 70 anos”, lembrou a catequista, Vislene Azevedo.
Às 15h da tarde, tendas foram montadas para o acolhimento das caravanas, das 23 cidades que compõem a diocese. Este povo veio de longe, do município de Monte Carmelo. Quase 3 horas de viagem que valeram a pena. “A gente saiu de lá às 11 horas da manhã, passando pelas paróquias, para pegar os outros componentes da nossa caravana que veio. Então foram 2 horas e meia de viagem”, contou a peregrina de Monte Carmelo(MG), Cleonice Silva.
“Isso aqui é muito gratificante, é maravilhoso, é muito bom. Compensa o esforço”, disse a peregrina de Monte Carmelo(MG), Veronice Silva.
24 cidades, 49 paróquias. Um povo que se prepara para um dia contemplar o Cristo, hoje celebrado no coração da diocese. Missão iniciada há 70 anos e que não pode parar.
“Porque nós somos uma Igreja missionária. Mesmo dentro de uma Igreja local tem a dimensão missionária de continuar sempre vivendo a fé e testemunhando essa fé em Jesus Cristo”, reforçou o bispo de Patos de Minas(MG), Dom Cláudio Nori Sturm.
“E trabalhar num Jubileu é consumir-se pela Igreja. E tudo isso que nós estamos vendo aqui, essas pessoas chegando, essa estrutura tão bela, nos dá uma satisfação tão grande de saber que tudo isso nós fazemos pro reino de Deus”, expressou o seminarista, Victor Gustavo.
“Eu quero que venham muitos, muitos, vários outros jubileus e que seja mais fogo do Espírito Santo, como foi este ano”, concluiu a fiel.



