Devoção mariana

Papa reza na Basílica de Santa Maria Maior por sua viagem à Ásia

Santo Padre confia à Virgem Maria a viagem que começa hoje e segue até 26 de novembro a dois países asiáticos: Tailândia e Japão

Da Redação, com Vatican News

Fachada da Basílica de Santa Maria Maior, em Roma / Foto: Arquivo – Paula Dzaró-Canção Nova

Como de costume antes de seguir em viagem apostólica, o Papa Francisco visitou na manhã desta terça-feira, 19, a Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, para confiar à Virgem Maria sua viagem à Tailândia e Japão, a 32ª viagem de seu pontificado. Francisco embarca hoje às 19h (hora em Roma, 15h em Brasília) rumo a Bangcoc.

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O Santo Padre deteve-se em oração diante do ícone de Maria Salus Populi Romano. A basílica é muito querida pelo Papa Francisco; desde quando é bispo de Roma já a visitou várias vezes. A primeira foi um dia após sua eleição como Pontífice, em 14 de março de 2013. Na prática, foi sua primeira saída do Vaticano. Já é costume em seu pontificado que ele visite a basílica antes e depois de suas viagens ao exterior.

Todas as vezes que visita o local, o Papa coloca um maço de flores e se recolhe em oração diante do ícone da Salus populi romani (salvação do povo romano) dentro da capela Borghese (dita também Paulina) na basílica. No ícone da Virgem com o Menino nos braços, o Papa vê a fé do povo de Deus que pelos séculos se estreita junto à Nossa Senhora nos momentos de necessidade, para implorar um sinal de graça do céu, porque “aquilo que é impossível aos homens não é impossível a Deus”.

O ícone da Virgem querida aos Papas e aos jesuítas

Esta imagem sagrada sempre foi querida pelos jesuítas (Santo Inácio celebrou a sua primeira Missa justamente em Santa Maria Maior) e aos Pontífices. Pio XII fez homenagem a ela quando proclamou o dogma da Assunção em 1950.

O ícone estava presente em Tor Vergata, em agosto de 2000, por ocasião do Dia Mundial da Juventude e naquela ocasião João Paulo II quis confiá-la aos jovens junto à cruz “para que permaneça também visivelmente sempre evidente que Maria é uma Mãe muito poderosa que conduz a Cristo”. Foi justamente João Paulo II, desde o início do seu pontificado, a querer que uma lâmpada acendesse dia e noite sob o ícone da Salus, como testemunha de sua grande devoção a Nossa Senhora.

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